domingo, maio 09, 2010




The Facts of Life

You´re born, you take shit.

You get out in the world, you take more shit.

You climb a little higher, you take less shit.

Till one day, you´re up in the rarefied atmosphere and you forgotten what shit even looks like.

Welcome to the layer cake.


sábado, abril 24, 2010



Not everything is perfect, but, what it is...it deffinately is.





sábado, abril 17, 2010



Assustam-nos.

Vêm do nada.

Causam um misto de incerteza e ansiedade.

Ás vezes sinto-me vidente. Vejo, sinto, sei...que vai acontecer.

Tenho flash backs, mas são...flash forwards.

E um baque cá dentro, porque mesmo não sabendo se é ou não verdadeiro, enrolas-te na tua existência qual recém-nascido e equacionas que apesar do que terás de abdicar sabes que vai valer a pena.

Eu não sei e pode ser falta de modéstia, mas...eu acho, eu sinto, eu sei que...eu, tu...somos tão, mas tão mais...feitas para podermos ser mais...e eu sei que me compreendes e que provavelmente, és a única pessoa que sabe que isto, não é, de todo, presunção.

Não queremos estrelas no passeio da fama, nem tão pouco a nossa cara perseguidas por câmaras, queremos nascer-do-sol depois de uma noite longa, queremos frango de caril feito em casa e crepes a acompanhar, queremos a manta do sofá e, aquilo que é nosso, provavelmente pela "eneagésima" vez...a minha, a tua, a nossa vida, o nosso sopro.

De novo, porque (já) te encontrei, outra vez, isto faz, indubitavelmente, sentido.


Post Scriptum - et.omA



domingo, abril 11, 2010



"Bora fazer um interail?"
"Bora."
"Tou a falar a sério! Bora?"
"A sério, BORA!"
"então tá bem!"
...
"A sério que já falámos disto, mas nós temos mesmo esse karma, de tentar desenredar o novelo em que as pessoas se encontram. Não é falta de modéstia, é só olharmos à volta...é karma, a sério!"
...
"BOLO DE BOLACHA HUBA HUBA HUBA!"
...

Conversas desfasadas de almas preenchidas. Keep up with the times, new rule. Porque quando acordas aos 23 e olhas à volta tens tudo e nada. Tens a tua família, aqueles com que esbarraste na tua existência e te marcaram (e marcam) de tal maneira que o simples feito de estar longe deles te fazem cicatrizes emocionais. Tens os teus objectivos e a presença latente da falta de meios mas com toda a vontade de atingir os fins. E é para isso, que tiras o cu da cama, que apanhas o metro com ar de zombie a rezar que esteja sol para teres uma desculpa plausível para usar óculos escuros dentro do metro. A achares forças para fazeres cada dia diferente, mesmo que tenhas de repetir todos os dias onde se compra o Shout e explicares que "up to" não é mesmo que "lasts precisely". Não interessa, não importa, não é relevante. Não é. Porque o que te vai fazer mover é o bed spoon at night, são as gargalhadas que dás no trabalho, as parvoíces que fazes com os teus amigos porque te sentes tão à vontade que é quase uma out of body experience, as manhãs de sábado em que a ronha dá aso a olhar para o tecto azul e rir porque as formas das luzes reflectidas te lembram um caleidoscópio. É ir ao cinema, ficar em pulgas porque filmes das séries da tua infância estreiam, sentires-te tão criança quanto nerd por assumir que vias religiosamente os Trasformers, os Thunder Cats e o Esquadrão Classe A e ai de ti se te esqueces do McGyver!

Keep up with the times, o resto...carga nisso...o karma encarregasse disso...



segunda-feira, março 08, 2010



Partindo do pressuposto que as pessoas mudam, é isto, mudam. Crescem, transformam-se e seguem em frente. Começam a trabalhar, mudam de casa, fazem novos amigos. Certo...
Mas...penso que dos sentimentos mais reconfortantes que se pode sentir é o sentir-se em "casa". Olhar para as caras que o nosso coração reconhece automaticamente, saber de ante mão que os maxilares vão doer, entrar na casa que já conhecemos, no quarto que já é "nosso", ir para a varanda, acender um cigarro e respirar...o ar daquela relva, daquele silêncio que nos faz sermos nós. Comprar pipocas e batatas frias, sangria e gomas. Ver filmes de terror, assustarmo-nos uns aos outros. Ver os Oscars e quase adormecer, mas acordar com o ressonar do J. São histórias e pedaços de nós cravados naquele chão de madeira, naquelas paredes pintadas de verde e naquela varanda coberta de gargalhadas.

É voltar a casa, mesmo casa e esperar-te. Foi há pouco mais de um dia, mas as saudades são imensas, acredita. Não se pode explicar o que se sente, é apenas, vital, ter-te.







domingo, fevereiro 21, 2010


É jantarmos fish & chips home made e croquetes, vermos um filme meio psycho enebriante com aquele homem com aquela voz, é estarmos tesas que nem um carapau que a opção é ficar em casa e aparvalhar, é pararmos o filme para responder a cenas cómicas e depois fazer zapping em que o comando pára na red zone da radical e nós...tudo bem...hahahah...é mantermo-nos eu e tu, a loira e a morena e os chás e as parvoíces e tudo o mais que nos faz o que somos...e ficarmos irritadas com as ruivas do filme de tão boas que são...enfim...

Obrigada pelas parvoíces...gosto-te minha fada...e claro, do Alan Rickman também...hahaha