terça-feira, janeiro 15, 2008


Foste ter comigo à escola, depois das aulas, 5h, ainda há sol no horizonte. Um café rápido no sítio do costume lá perto, demos uma volta, fomos até à Gulbenkian e depois andámos até Sete Rios como se as filas interminaveis de trânsito não surtissem a sua frustração sonora. Parámos naquelas torres que nos são tão familiares, onde está o Paulinho? Já não sabemos, , mas lembramo-nos dos cafés e tostas, dos almoços e jantares, da sangria e dos sorrisos que passaram pelas nossas caras ali. Descemos, fomos tomar café naquele recanto fofo que tem dois andares e uma varanda amorosa sob um tecto amarelo torrado e mesas de ferro que parecem querem imitar as esplanadas parisienses no esplendor da sua vaidade. Muitas gargalhadas e olhares risonhos, uma tosta mista, dois chás gelados, um copo com água na impossibilidade da dor maxilar parar depois das conversas marcadas pela nossa amada parvoíce. O Cenoura estava lá, a parvoice tornou-se ainda maior, despedimo-nos, decidimos que iamos jantar em tua casa, depois levávas-me. Recordámos os nossos tempos de ingenuidade, as nossas quimeras e sonhos, o que foram, como são, o que já não são e o que podem ser. Confesso-te que morro de saudades, dos tempos em que brincávamos ás guerras de água em pleno pátio da escola, das noites estreladas que patilhavamos sempre, das conversas tardias e da deliciosa incerteza que nos dava conversa para horas. De sermos livres e não ter feridas, de poder sonhar com aquele alguém e mesmo sem saber ficarmos contentes por apenas fazê-lo...
Saudades de quando não chorávamos por alguém mas sim por filmes parvos que nos faziam rir no final, saudades do teu top de lolita vermelho com bolas brancas, do vestido da Zara, das sete mini-saias, do cabelo ruivo, do cabelo loiro, do senhor do Algarve que nos enchia as noites de gargalhadas, do parvo do menino mimado que comia Bimbo sem côdea...
Não sei se voltaria se pudesse, mas sem ti não, não sem a minha lolita, a minha Bárbara, obrigada por hoje, por ontem e por amanhã...Sei que me percebes como ninguém, e eu a ti, e por isso sabes melhor que ninguém o que sinto por ti, Amo-te.

5 comentários:

Bárbara disse...

tambem eu anseio o passado, nele era livre e desimpedida, nossos coraçoes so tinham o dono, nos mesmas, nossas gargalhadas eram kentes e cheias de esperança.
nunca kisemos um princepe, nunca quisemos um homem, apenas amizades e paixoes, passageiras, keriamos ir a NY, ver os marinheiros, queriamos gozar com um futuro puramente imaginario. tudo isso nos foi tirado, nao queriamos, apenas fomos roubadas, agora so a as feridas, e as maos uma da outra.
da-me a tua mao, salta comigo para o abismo do desconhecido, vamos ser felizes outra vez

Amsilva disse...

saudades do passado?!?
beijo, dos bons

Kátia disse...

Do passado só podemos sentir saudades das coisas que foram boas.E essas me parecem que foram.
Fica bem.
:)

somebody disse...

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