quinta-feira, abril 09, 2009





Há uma hora, em que os relógios param, em que a terra não gira, em que a lua não brilha. As armaduras rendem-se, escorregam lentamente das mãos cansadas e das peles suadas, lambidas pelo cansaço de uma batalha que não é deles. Há uma hora, em que os heróis tiram a máscara. Deixam de se preocupar com a marca que desenharam na face, com o fato que vestiram e com o cabelo que meticulosamente arranjaram. Apercebem-se que essa hora, é quando tudo o que conhecem morre e renasce, tudo no mesmo segundo, minuto, hora. Chamaram-me fénix.